Campo do Coqueiro celebra 80 anos

Coluna Luís Celso Borges - Edição de domingo

Campo do Coqueiro celebra 80 anos

Deu início na sexta-feira (16) as comemorações do s 80 Anos da assembleia de Deus Campo do Coqueiro em Belém/PA, no Centro de Eventos da Convenção Interestadual de Ministros e Igrejas Evangélicas no Estado do Pará (Comieadepa). O Campo do Coqueiro é compostos como presidente PR. Francisco Paulo Pessoa de Carvalho, o 1º vice-presidente PR. Elias Levy Carvalho Pinheiro e o 2º vice-presidente PR. Nilton Santos e os seus departamentos.

O Pr. Elias Levy iniciou o culto com uma oração e chamou o EV. Jeremias Junior que cantou os 3 hinos da Harpa Cristã, e o PR. Martim Alves lei a palavra de Deus. Em seguida o PR. Paulo Pessoa de Carvalho deu as boas-vindas os visitante, e passou os trabalhos para o mestre de cerimônia Ir. Heitor Pinheiro.

Foi feito a entrada das bandeiras e com os supervisores os 23 grupos e com os dirigentes das 89 congregações, e as oportunidades para cada departamentos com os louvores.

A ministração da noite ficou a cargo do PR. Océlio Nauar Presidente da Comieadepa, que teve como o tema “A presença de Deus nas nossas vidas”,foi entregue duas placas alusiva aos 80 anos para o Campo do Coqueiro e para a Irª Josefa de Carvalho que não estava presente por motivo de saúde pelo presidente daComieadepa,e também receber uma placa do Campo do Coqueiro por ministrar no culto de ação de graças.

Coma apresentação do coral e acompanhado pelo departamento das senhoras um magnifico louvor e com a oração final e as bençoas apostólicas foi encerrado o culto.

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Abrafrigo: decisão do STF sobre Funrural deve trazer alívio a frigoríficos

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a cobrança do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) deve aliviar a situação financeira de frigoríficos brasileiros que ainda enfrentam cobranças relativas a períodos anteriores a 2018, segundo avaliação da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), em nota. Autora da ação que questionou a contribuição, a entidade afirma que o resultado favorece a continuidade da produção e a manutenção de empregos em um momento de dificuldades para o setor. “A decisão restaura a justiça em um momento especialmente importante de dificuldades financeiras por que passam muitas empresas do setor frigorífico brasileiro, possibilitando a continuidade da produção, geração de empregos e renda para o País”, afirmou o presidente executivo da Abrafrigo, Paulo Mustefaga, na nota.

A associação também destaca o efeito da decisão sobre os frigoríficos que adquiriam a produção rural e eram responsáveis pela retenção e pelo recolhimento do tributo, mecanismo conhecido como sub-rogação. O STF declarou inconstitucional essa obrigação para fatos geradores anteriores a janeiro de 2018, assim como a incidência da contribuição sobre a receita bruta do produtor rural pessoa física.

Na avaliação do advogado da Abrafrigo, Fabriccio Petreli Tarosso, do escritório Tarosso Advogados, responsável pela ação, o julgamento restabelece a segurança jurídica para o agronegócio, especialmente para a indústria frigorífica. (Estadão)

FIEPA busca novos negócios para a indústria paraense na Guiana

Representantes do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Pará (Sistema FIEPA) cumprem agenda em Georgetown, capital da Guiana, como parte da Missão Preparatória Internacional - Prospect Guiana 2026. A comitiva já visitou a Go-Invest Guyana, agência de promoção de investimentos do país, a Câmara de Comércio de Georgetown e o Ministério da Agricultura. Também estão previstas visitas a outros ministérios, além de portos e organizações da iniciativa privada. O objetivo é aproximar as instituições, conhecer as demandas locais, prospectar oportunidades para a indústria paraense e fortalecer a relação comercial entre os dois mercados.

Impulsionada pela produção offshore de petróleo na Margem Equatorial, a Guiana se tornou uma das economias que mais crescem no mundo. Segundo o Bureau of Statistics do país, o PIB guianense cresceu 19% em 2025. O avanço amplia a demanda por insumos, máquinas, materiais de construção, bens de consumo e serviços, abrindo espaço para fornecedores externos.

Coordenada pelo Sistema FIEPA, por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN), com participação da Redes FIEPA, a missão busca identificar oportunidades para que empresas do Pará forneçam produtos, serviços, soluções e suprimentos ao mercado guianense. A iniciativa também levanta informações estratégicas sobre o ambiente de negócios local.

De acordo com o CIN, o comércio entre o Pará e a Guiana ainda é incipiente. De janeiro a junho de 2026, o estado exportou US$ 250,8 mil para o país, ocupando a 15ª posição entre os estados brasileiros, com o pargo como principal produto. A fronteira terrestre entre Roraima e a Guiana e o acordo de preferências tarifárias em vigor desde 2004 reforçam o país como mercado estratégico.

Para o presidente do Sistema FIEPA, Alex Carvalho, a missão reafirma o compromisso da instituição com o desenvolvimento industrial, a internacionalização das empresas e a atração de investimentos. “Este é um primeiro passo para ampliar o diálogo com o mercado guianense e preparar a indústria paraense para ocupar espaço nas cadeias produtivas geradas pela produção de óleo e gás e de outros produtos que estão impulsionando o crescimento da Guiana”, afirma.

Segundo ele, o Pará reúne credenciais sólidas para essa parceria. “Temos os melhores índices industriais da Amazônia, experiência em grandes empreendimentos de mineração, metalurgia, energia e infraestrutura, além de logística e localização favoráveis ao comércio exterior. Construímos uma cadeia de fornecedores preparada para operar com a qualidade, a segurança e a escala que esses projetos exigem”, diz. “A Margem Equatorial é uma nova fronteira de desenvolvimento para a nossa região, e o Pará quer estar presente nessa cadeia de oportunidades. Então, fortalecer os laços com vizinhos que compartilham a mesma vocação industrial é estratégico”, conclui. (Fonte e foto: Sistema/FIEPA).

VIA BRASIL

ARGENTINA - Exportações dos principais grãos e subprodutos somaram cerca de 88,9 milhões de toneladas entre janeiro e setembro, quase 10% acima de 2025 e 6 milhões de toneladas acima do recorde anterior, de 2021. Trigo atingiu 12,8 milhões de toneladas e embarques de girassol superaram 6,5 milhões de toneladas. (BOLSA DE COMÉRCIO DE ROSÁRIO/ARG).

BRASIL - rédito rural da agricultura empresarial somou R$ 107,1 bilhões nos três primeiros meses da safra 2026/27, de julho a setembro. CPR respondeu por R$ 50,3 bilhões, ou 46,9% do total, e custeio convencional por R$ 36,4 bilhões, ou 34.  Brasil alcançou a marca de 700 novos mercados abertos para produtos agropecuários desde 2023, segundo o Ministério da Agricultura. As habilitações ampliaram os destinos disponíveis para as exportações do setor e fazem parte da estratégia de diversificação dos mercados externos. (MAPA).

COLÔMBIA - Governo da Colômbia avalia adaptar ao país o modelo espanhol de seguro agropecuário, baseado em estrutura público-privada utilizada há cerca de 40 anos. O sistema reúne seguradoras privadas e apoio estatal para proteger propriedades rurais contra riscos meteorológicos, acidentes e doenças. A iniciativa foi discutida pelo Ministério da Agricultura com a Agroseguro durante missão oficial à Espanha. (MINISTÉRIO DA AGHRICULTURA/COL).

PARAGUAI - Semeadura da soja 2026/27 chegou a cerca de 95% da área, aproximando-se da conclusão nas principais regiões produtoras. O excesso de chuvas e a elevada nebulosidade atrasaram os trabalhos em algumas localidades, mas a expectativa de produção foi mantida. Exportações totais somaram US$ 15,97 bilhões entre janeiro e setembro, alta de 25,7% ante o mesmo período de 2025. As exportações registradas cresceram 19,7%, para US$ 10,22 bilhões, impulsionadas principalmente pelos maiores embarques de soja em grão, óleo e farelo de soja. (BCP).

MERCADO - O avanço das relações comerciais entre Brasil e China tem ampliado as perspectivas de negócios para empresas do interior brasileiro, especialmente nos setores do agronegócio, da indústria e da tecnologia. Atenta a esse cenário, a empresária e advogada Hévilin Clair de Castro, especialista em Direito Empresarial, Bancário e do Agronegócio, realiza viagem à China com o objetivo de conhecer tendências, inovações e oportunidades que possam contribuir para o fortalecimento das conexões empresariais entre os dois países. À frente da Clair & Castro Advocacia e Assessoria Jurídica, Hévilin acompanha o desenvolvimento econômico de importantes regiões produtoras, como Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Jales, no interior paulista, além de Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul. A viagem internacional amplia essa perspectiva de atuação, voltada à integração entre produção, investimentos, tecnologia e planejamento empresarial. (ARTVOICE BRASIL).

COMPRA - A M. Dias Branco, multinacional brasileira líder nos mercados de massas, biscoitos e granolas, anuncia a aquisição da Grespan. A operação representa um importante avanço na estratégia de crescimento da Companhia cearense, ampliando sua atuação em uma das categorias mais relevantes da alimentação brasileira: a panificação. “Com a operação, fortaleceremos a presença da Companhia em um mercado resiliente, de elevado potencial de crescimento e ainda bastante fragmentado. Ao mesmo tempo, a aquisição adiciona uma plataforma de negócios altamente complementar às nossas operações”, explica Gustavo Theodozio, vice-presidente de Investimentos, Controladoria e Relações com Investidores da M. Dias Branco. (PRESS À PORTER).

Fonte: Coluna Luís celso Borges

Via: Agência Logística de Notícias

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