Anunciar no ChatGPT já faz sentido para pequenas empresas?
Coluna Luís Celso Borges - Edição do domingo
Uma pesquisa sobre cursos, softwares ou serviços costuma revelar muito sobre a intenção de compra. No ChatGPT, essa busca ocorre em forma de conversa: o usuário explica o problema, informa preferências e pede comparações. A chegada de anúncios à plataforma abre uma nova possibilidade para empresas interessadas em aparecer enquanto o consumidor ainda avalia o que escolher.
Na avaliação de Leandro Ferrari, especialista em marketing digital, o formato merece atenção, sobretudo pela qualidade do contexto disponível durante a interação. Isso não significa que pequenos negócios devam transferir imediatamente a verba aplicada em Google, Meta ou TikTok. O canal ainda precisa demonstrar alcance, capacidade de segmentação e retorno em diferentes setores.
A OpenAI confirmou em 11 de agosto o lançamento do ChatGPT Ads no Brasil, além de Reino Unido, México, Japão e Coreia do Sul. O dado ganha relevância porque o país está entre os três maiores mercados da plataforma em usuários ativos semanais, segundo informações da empresa publicadas pela Exame. Nesta fase, a publicidade aparece para maiores de 18 anos nos planos Free e Go. Assinantes de Plus, Pro, Business, Enterprise e Education permanecem sem anúncios.
As peças são identificadas e exibidas separadamente das respostas. A OpenAI afirma que os anunciantes não recebem o conteúdo das conversas nem dados pessoais dos usuários. A empresa também sustenta que o pagamento pela mídia não interfere na resposta produzida pelo sistema. Esses limites são importantes porque a confiança depositada na conversa pode ser afetada caso o público tenha dificuldade para distinguir recomendação e publicidade.
O principal diferencial está no momento da exposição. Na busca tradicional, o anunciante disputa palavras digitadas pelo consumidor. Na conversa com a inteligência artificial, o contexto pode indicar necessidade, restrições e critérios de escolha. Uma empresa de software, por exemplo, pode aparecer enquanto alguém procura uma solução adequada ao tamanho da equipe e ao orçamento disponível. Ainda será necessário comprovar se essa intenção mais detalhada produz conversões suficientes para justificar o investimento. “O pequeno negócio precisa resistir à pressão de entrar em um canal apenas porque ele é novo. O teste faz sentido quando existe uma oferta bem definida, rastreamento da jornada e clareza sobre quanto a empresa pode pagar por uma venda”, afirma Ferrari.
A plataforma começou a adotar compra por custo por clique e ferramentas adicionais de mensuração, mas sua estrutura publicitária continua em desenvolvimento. O acesso ao autoatendimento também ocorre gradualmente, o que impede que todas as empresas entrem com a mesma facilidade encontrada em plataformas mais maduras. Há ainda uma limitação de audiência: parte dos usuários que mais utiliza os recursos avançados está em planos sem publicidade.
Para uma pequena empresa, a entrada mais segura tende a ocorrer por meio de um experimento controlado. A campanha pode concentrar uma parcela reduzida da verba, divulgar uma única oferta e direcionar o usuário a uma página criada para esse teste. Os cliques precisam ser comparados com cadastros qualificados, vendas, custo de aquisição e margem. Um anúncio barato perde valor quando atrai curiosidade, mas não gera receita. (Fonte: imprensa@suanovaideia.com.br).

Mercado do fim de semana: Como economizar com a alta de feijão, leite e carne
A Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada pelo Dieese em parceria com a Conab, mostrou queda no valor do conjunto de alimentos básicos em 26 das 27 capitais entre junho e julho. Itens como tomate, batata e café em pó puxaram a baixa, beneficiados pela safra de inverno e pela maior oferta no varejo.
No mesmo período, produtos que fazem parte da rotina de quase todos os lares como feijão carioca, leite integral e carne bovina, subiram de preço na maioria das capitais pesquisadas, dando continuidade a uma trajetória de alta que já dura o ano inteiro. Em São Paulo, por exemplo, o feijão carioca acumula elevação de 47% em 12 meses; o leite integral, de mais de 13%. Em outras capitais, como Goiânia e Fortaleza, o feijão passou de 77% e 61% de alta no acumulado anual, respectivamente.
Ou seja: mesmo em um mês de recuo geral, uma parte da cesta segue corroendo o orçamento das famílias, e é justamente aí que pequenas economias no dia a dia fazem diferença, principalmente por serem itens básicos ou do cotidiano da casa dos brasileiros.
Onde economizar na compra da semana
Para quem sente esse desequilíbrio na hora de fechar a lista de compras, o Cuponation reúne cupons e ofertas ativas, em aplicativos de entrega e supermercados online, para os itens que mais pressionam o bolso. A plataforma permite economizar e possuí uma extensão para desktop, em que os cupons são automáticamente sugeridos ao finalizar a compra em um site parceiro. (Fonte:Daphne Buzo).

Mercado de grãos mantém cenário firme e melhora perspectivas para produtores
Fatores de sustentação no milho e margens mais favoráveis na soja 2026/27 movimentam o setor. O mercado de grãos apresenta perspectivas positivas, com o milho sustentado por fatores de oferta, demanda e pelo cenário internacional, enquanto a soja da safra 2026/27 já permite aos produtores trabalharem com margens melhores. O ambiente favorece o planejamento e a comercialização, embora as oscilações de preços, câmbio e demanda externa ainda exijam atenção dos produtores. (Fonte: Karine Pegoraro - SBA).

VIA PARÁ
O Grupo Alubar, maior fabricante de cabos elétricos de alumínio da América Latina e maior produtor de vergalhões de alumínio do continente americano, completa 28 anos em agosto de 2026. A empresa iniciou suas atividades em 1998, em Barcarena, no Pará, e hoje é uma multinacional com fábricas no Rio Grande do Sul, Estados Unidos e Canadá, e escritórios em São Paulo, Belém e Miami. O capítulo mais recente dessa trajetória foi marcado por recordes de produção, avanço comercial e uma reestruturação da governança do Grupo, resultados que vieram acompanhados de reconhecimentos internacionais de peso.
O Grupo Alubar é uma indústria de transformação com natureza visionária. Há 28 anos no mercado, lidera a produção de cabos elétricos de alumínio na América Latina e é a maior produtora de vergalhões de alumínio do continente americano. Nascida na Amazônia, em Barcarena (PA), tornou-se uma multinacional, com fábricas no Rio Grande do Sul, Estados Unidos e Canadá, além de escritórios em São Paulo (SP), Belém (PA) e Miami (EUA). Onde quer que esteja presente, a Alubar promove transformação.
O Presidente da FAEPA, Carlos Xavier, acompanhado do Vice-Presidente, Vilson Schuber, e do Diretor Alfonso Rios, recebeu o General de Brigada Renato Farias Bazi, Comandante do 2º Grupamento de Engenharia na região amazônica, acompanhado do Capitão Lobato e do Tenente-Coronel Modesto. Durante o encontro, a FAEPA foi homenageada em reconhecimento ao apoio e à parceria na realização do Baile do Exército 2026.
O agronegócio paraense registrou um desempenho expressivo no primeiro semestre de 2026, alcançando US$ 2,81 bilhões em exportações e movimentando 3,59 milhões de toneladas de produtos agropecuários. Os resultados representam um crescimento de 34,5% em valor e de 28,4% em volume em relação ao mesmo período de 2025, consolidando o setor como um dos principais vetores da economia estadual.
De acordo com levantamento do Observatório do Agro Paraense, da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Pará (FAEPA), o desempenho do agronegócio superou o crescimento das exportações totais do Estado e ampliou sua participação na balança comercial paraense, passando de 18,96% para 21,61% do valor exportado pelo Pará.
VIA BRASIL
CAFÉ - O mercado do café arábica recuperou parte das perdas registradas na quinta-feira, com as cotações na Bolsa de Nova York apresentando reação. O movimento ocorre em meio aos ajustes dos investidores e à avaliação das condições de oferta e demanda, mantendo o mercado atento à volatilidade nos próximos pregões. Sobre esse assunto. (SBA).
PETRÓLEO - O petróleo fechou em queda na sexta-feira, (28), e perdeu mais de 4% na semana, conforme os investidores avaliam o impasse nas negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã e o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz. Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para outubro fechou em queda de 0,16% (US$ 0,13), a US$ 83,40 por barril. O petróleo Brent para novembro, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), encerrou em queda de 0,47% (US$ 0,42), a US$ 88,10 por barril. Na semana, o WTI caiu 4,2% e o Brent recuou 6,6%. (ESTADÃO).
ACORDO - A Câmara de Comércio e Indústria de Ras Al Khaimah, que reúne empresas do emirado de mesmo nome, nos Emirados Árabes Unidos (UAE, na sigla em inglês), assinou acordo com a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, com sede no Brasil. O entendimento, firmado na última terça (25), na capital paulista, durante o Fórum Econômico Brasil-Países Árabes, prevê que as instituições vão trabalhar para fomentar negócios entre empresas das duas regiões associadas às respectivas câmaras. (CCAB).
EMPREGOS - O mercado de trabalho formal brasileiro gerou 58.568 vagas com carteira assinada em julho, segundo dados do Novo Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego nessa sexta-feira (28/08). No acumulado de janeiro a julho, foram criados 972.203 postos formais, elevando o total de vínculos ativos no país para 48.082.866. Em julho, quatro dos cinco grandes setores da economia registraram saldo positivo de empregos. Serviços liderou a geração de vagas, com 24.098 novos postos, seguido por construção (12.691), agropecuária (12.523) e indústria (11.315). O cenário reforça as oportunidades abertas em áreas como tecnologia, administração, comercial e agronegócio. (NR7 AGÊNCIA).
CONSUMIDOR - Transformar o potencial das equipes comerciais em resultados concretos segue sendo um dos maiores desafios das empresas brasileiras. Não por acaso, 75% dos times de vendas não atingiram suas metas em 2025, segundo estudo da RD Station. Diante desse cenário, Carol Manciola, autora best-seller de “#BoraBaterMeta: o desafio da venda presencial no mundo digital” e um dos maiores nomes em vendas no Brasil, lança Vendas Movem o Mundo – Como treinar equipes de vendas para transformar potencial em impacto, publicado pela DVS Editora. (ICA AGÊNCIA).
COMBUTIVEIS - Os preços médios da gasolina comum, do etanol comum e do diesel S-10 recuaram em agosto pelo terceiro mês consecutivo, segundo levantamento da ValeCard, empresa especializada em soluções de mobilidade, meios de pagamento e benefícios corporativos. Entre os três combustíveis, o etanol voltou a registrar a maior redução, de 2,06% na comparação com julho, enquanto a gasolina caiu 0,68% e o diesel S-10, 0,51%. A sequência de quedas consolida um movimento de redução dos preços iniciado em junho, com destaque para o biocombustível. Os dados são baseados em transações realizadas entre 1º e 26 de agosto em mais de 25 mil postos credenciados em todo o país. (ECONOMÍDIA).
Fonte: Coluna Luís celso Borges
Via: Agência Logística de Notícias
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