CS Portos participa da Intermodal South America 2026 com consolidação dos terminais ATU 12 e ATU 18

Ao lado da CODEBA, empresa apresenta nova fase de geração de valor de seus ativos no Porto de Aratu, após concluir investimentos superiores a R$ 900 milhões e iniciar a operação de granéis sólidos vegetais no ATU 18

CS Portos participa da Intermodal South America 2026 com consolidação dos terminais ATU 12 e ATU 18

São Paulo, abril de 2026 – A CS Portos participa de mais uma edição da Intermodal South America ao lado da Companhia das Docas do Estado da Bahia (CODEBA), tendo como destaque a conclusão dos investimentos nos terminais ATU 12 e ATU 18, no Porto de Aratu, em Candeias (BA). Com os dois ativos em operação plena, a subsidiária da CS Infra, empresa de concessões da SIMPAR, entra em uma nova etapa de expansão comercial. O marco mais recente foi o início da operação de granéis sólidos vegetais no ATU 18, no mês passado, o que amplia a capacidade logística para o escoamento de grãos como soja, milho e sorgo.

Na feira, a CS Portos destacará dois marcos recentes da operação do ATU 18: o embarque, em março, de um navio com 35 mil toneladas de sorgo e, no início de abril, de outro com 57 mil toneladas de soja. Oriundas do oeste baiano, as cargas reforçam o papel do Porto de Aratu como uma importante porta de saída da produção estadual para o mercado externo e marcam o início da movimentação de granéis sólidos vegetais no complexo após 51 anos de atividades. “A entrada do ATU 18 na operação de grãos representa um avanço importante para a logística da região Nordeste. Os investimentos realizados nos últimos anos permitiram transformar os terminais em ativos mais eficientes, com ganho de capacidade, produtividade e confiabilidade operacional. Com isso, o Porto de Aratu amplia seu papel no escoamento da produção agrícola e na geração de valor para clientes, parceiros e para a economia regional”, celebra Marcos Tourinho, diretor-presidente da CS Portos.

Com cerca de 60% do volume previsto para 2026 já contratado, a companhia já começa a capturar os efeitos comerciais da operação plena, com expectativa de receber navios Panamax ao longo do segundo trimestre. Nesse cenário, a CS Portos projeta que os terminais movimentem 6 milhões de toneladas em 2026, refletindo os ganhos de capacidade, escala e eficiência após os investimentos realizados.

Mais de R$ 900 milhões em melhorias

Durante o evento, a CS Portos também apresentará as melhorias realizadas nos terminais ATU 12 e ATU 18 e o potencial de extração de valor dos ativos após mais de R$ 900 milhões em investimentos. Com a modernização da infraestrutura e a ampliação da capacidade operacional, a companhia reforça o posicionamento do Porto de Aratu como um dos principais vetores de eficiência logística da Bahia, com papel estratégico no atendimento às cadeias de fertilizantes, minerais, minérios e grãos.

No ATU 12, as obras ampliaram em cerca de 3 vezes a capacidade de movimentação do terminal, que passou a atingir até 6 milhões de toneladas por ano. A capacidade de estocagem também foi expandida para 570 mil toneladas, entre armazéns e pátios, além de melhorias que possibilitaram ao ativo a receber navios de até 80 mil DWT, do tipo Panamax. Com equipamentos elétricos e de última geração, o terminal também elevou sua capacidade de movimentação de carga de 3 mil toneladas por dia para até 15 mil toneladas por dia.

Já o ATU 18 também passou por obras de modernização e ampliação, viabilizando sua entrada na operação de granel vegetal, com foco sobretudo em soja, milho e sorgo. Os recursos foram direcionados à implantação de infraestrutura estratégica, como classificadores, tombadores, moegas rodoviárias, pátio para veículos e quatro silos com capacidade de 30 mil toneladas cada. O terminal também passou a contar com um shiploader exclusivo para exportação de grãos, com capacidade de até 2 mil toneladas por hora.

Com essa estrutura, o ATU 18 inicia sua trajetória com capacidade estática de armazenagem de 120 mil toneladas e produtividade média de até 30 mil toneladas por dia. Para 2026, a expectativa é movimentar até 3 milhões de toneladas de grãos no terminal. A partir de 2027, a previsão é alcançar 3,5 milhões de toneladas anuais, com potencial de chegar a 7,5 milhões de toneladas por ano nas etapas futuras de expansão.

Juntos ATU 12 e ATU 18 ampliarão a capacidade de operação, armazenamento e movimentação de carga onde a produtividade saltará de 300 toneladas por hora para 2 mil toneladas, tudo isso em um processo de excelência operacional e alta produtividade. Concluímos um ciclo robusto de investimentos, colocamos os dois terminais em plena operação e agora avançamos para uma etapa de captura de valor, geração de negócios e ampliação da nossa contribuição para a logística da Bahia e do Brasil”, finaliza Tourinho.

Sobre a CS Infra

A CS Infra é uma plataforma de gestão de concessões de longo prazo do Grupo SIMPAR (SIMH3). Criada em 2021, tem o objetivo de atuar na melhoria da prestação de serviços e aumento da produtividade de concessões já estruturadas em setores da economia real brasileira. É responsável pelo BRT (Bus Rapid Transit) de Sorocaba, com a modernização, implementação e gerenciamento desse sistema de transporte; CS Rodovias, composta pela CS Grãos do Piauí, responsável pela operação e manutenção de 584,04 km da Rodovia Transcerrados (PI-397, PI-262, PI-247, PI-391 e PI-392), sendo a maior concessão de rodovias das regiões Norte e Nordeste, e pela CS Rodovias MT, com 308 km de rodovias no interior do Mato Grosso; CS Portos, com a administração dos terminais ATU-12 e ATU-18, contribuindo com a eficiência do processo logístico e de escoamento de cargas na Bahia; a CS Mobi Cuiabá, responsável pelo projeto de revitalização da região central de Cuiabá (MT); a CS Mobi Leste SP, que opera 13 terminais urbanos e 6 estações do Expresso Tiradentes em São Paulo (SP); além da concessão de 14 km de rodovias e acessos rodoviários, em ambos os lados da fronteira, da Ponte Binacional Santo Tomé em São Borja (RS), incluindo a operação do Centro Unificado de Fronteiras. Também é responsável pela construção de 40 escolas no Paraná com a CS Infra Social.

 

Fonte: Leandro Gonçalves

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