Líder de mercado e crescendo, Memed capta R$ 80 milhões para acelerar a jornada médica de prescrição digital no Brasil

Rodada 100% primária, coliderada por DGF e BridgeOne, sustenta investimentos em inteligência artificial aplicada à prática clínica e consolida o posicionamento da Memed como infraestrutura independente da prescrição médica no país

Líder de mercado e crescendo, Memed capta R$ 80 milhões para acelerar a jornada médica de prescrição digital no Brasil

São Paulo, 21 de maio de 2026 — A Memed, maior plataforma de prescrição digital do Brasil, captou R$ 80 milhões em rodada 100% primária para acelerar a incorporação de inteligência artificial à prática clínica. A operação foi coliderada pelos fundos DGF e BridgeOne e acompanhada pela DNA Capital, fundo focado no setor de saúde e já investidor da companhia, e ocorreu um ano após a empresa atingir o breakeven.

A Memed opera de forma sustentável com recursos próprios. A decisão de captar não responde a uma necessidade de caixa, mas sim a uma janela de oportunidade: a inteligência artificial passa a redefinir a prática clínica, e a empresa opta por acelerar e liderar essa transformação de mercado. Os recursos serão integralmente destinados à tecnologia, ao produto e à expansão da equipe de engenharia.

A rodada preserva integralmente a estrutura societária independente da Memed, reforçando o posicionamento agnóstico que a distingue no setor. O médico prescreve em um ambiente neutro e seguro, que preserva a privacidade dos dados clínicos e dos pacientes.

Liderança consolidada antes da próxima curva de crescimento

A Memed é hoje a plataforma de prescrição digital mais utilizada do Brasil: cerca de 150 mil médicos ativos por mês - o equivalente a aproximadamente 30% dos prescritores do país. Ao todo, são processadas cerca de 100 milhões de prescrições digitais por ano. Já entre os médicos que utilizam prescrições digitais, a participação de mercado da Memed é de cerca de 60%. Esse volume se divide em duas frentes equivalentes: metade vem de médicos que utilizam diretamente o software da Memed, e a outra metade, de mais de 400 parceiros integrados — entre eles grandes hospitais, redes verticalizadas de saúde, sistemas de gestão e plataformas de telemedicina. A base concentra uma forte presença de médicos especialistas e de clínicas de média e alta complexidade — um perfil que se traduz em prescrições de maior densidade clínica e em um conjunto de dados de prática clínica real de qualidade superior à média do mercado. Nessa escala, o produto deixa de ser uma categoria de software e passa a operar como uma camada do sistema de saúde brasileiro — uma ferramenta é escolhida, uma infraestrutura é parte do funcionamento do sistema.

Mesmo assim, esse volume representa apenas 10% do total: o país emite cerca de 1 bilhão de prescrições por ano, a maioria ainda em papel ou em editores de texto sem qualquer estrutura de dados e inteligência. O potencial de digitalização supera dez vezes a operação atual — e é a condição para a interoperabilidade entre prontuários, dispensação e farmacovigilância que o sistema de saúde brasileiro ainda busca.

O ritmo de adoção tende a acelerar com a recente atualização regulatória da Anvisa, que ampliou a obrigatoriedade de rastreabilidade — incluindo a retenção de receita para medicamentos GLP-1 e a digitalização dos receituários especiais azuis e amarelos. Nesta última frente, a Memed atuou como agente ativo, contribuindo tecnicamente junto aos reguladores para a construção do marco regulatório da digitalização no Brasil.

Indicadores de qualidade reforçam a posição de liderança: NPS acima de 80 entre médicos — referência rara entre plataformas de saúde digital no Brasil, sustentada por uma base com forte presença de especialistas e clínicas de referência — e avaliações de destaque em canais como Google e Reclame Aqui. Mais de 100 indústrias farmacêuticas já utilizam a Memed como canal estruturado de comunicação com a classe médica, sempre em um ambiente ético e isonômico entre médicos, farmácias e indústria. “A discussão deixou de ser sobre se a prescrição vai migrar para o digital. A questão agora é como transformar essa migração em ganho real de produtividade e qualidade clínica para o médico”, afirma Rodolfo Chung, CEO da Memed. “A Memed não é uma ferramenta de emissão de prescrições — é a infraestrutura sobre a qual o sistema de saúde brasileiro está se digitalizando.”

Inteligência artificial no centro da experiência, não como adendo

Os recursos serão direcionados majoritariamente para engenharia, produto e ciência de dados. A Memed projeta chegar a 180 colaboradores até o fim do ano, com foco nas áreas de tecnologia e produto. “A inteligência artificial não entra como uma camada adicional sobre o software existente — ela passa a ser parte central do ato de prescrever. O médico recebe, no momento da prescrição, contexto sobre interações medicamentosas, posologia adequada ao perfil do paciente e alertas clínicos que antes dependiam de consulta a múltiplas fontes”, afirma Dr. Fabio Tabalipa, diretor médico da Memed. “Não é melhoria de interface. É uma mudança estrutural na forma como o ato clínico acontece — com impacto direto na segurança do paciente e na produtividade do médico.”

Privacidade de dados como princípio estrutural

A arquitetura da Memed coloca a privacidade do médico e do paciente como princípio inegociável. Os dados de saúde do paciente são criptografados e não são disponibilizados, em hipótese alguma, de forma granular a varejistas, farmácias ou à indústria farmacêutica.

Para o médico, a Memed garante que sua prática clínica não seja capturada em funis comerciais de terceiros. Em um mercado onde alternativas frequentemente confundem prescrição com canal de venda, a independência estrutural da Memed é, em si, um diferencial competitivo — e uma garantia ética cada vez mais exigida por médicos, conselhos profissionais e operadoras. “Para o médico, o que está em jogo é a autonomia profissional. Para o paciente, é o controle sobre sua própria informação de saúde. A Memed é a única plataforma, na escala em que opera, que mantém ambos como cláusula pétrea do produto”, completa Rodolfo Chung.

A leitura dos investidores da rodada

O perfil dos investidores reflete a tese: histórico comprovado em plataformas B2B que se tornam infraestrutura de mercado, em healthtechs de escala e em teses de longo prazo. 

“O DGF tem mais de duas décadas investindo em plataformas B2B brasileiras que se tornam infraestrutura de seus setores — e o padrão que reconhecemos na Memed é exatamente esse: um ativo construído ao longo de mais de uma década, com efeitos de rede sobre médicos, farmácias e indústria que se reforçam a cada ciclo. Esse tipo de posição não se constrói com capital — só com tempo e execução”, afirma Frederico Greve, sócio do DGF.

“O que diferencia a Memed não é apenas o tamanho da base, mas o que essa base produz: dados estruturados sobre prática clínica real, em escala, com engajamento genuíno dos médicos especialistas. Esse ativo tem valor crescente para médicos, operadoras e para os sistemas público e privado — especialmente agora, quando a IA aplicada à saúde deixa de ser promessa e passa a ser produto entregue ao usuário final”, afirma Vinicius Portas, sócio da BridgeOne.

“A Memed reúne os atributos que buscamos em um ativo de infraestrutura de saúde: liderança de mercado consolidada; modelo agnóstico que atende simultaneamente médicos, pacientes, farmácias e a indústria, sem conflitos de interesse; e disciplina financeira comprovada, evidenciada pelo breakeven já atingido. Ter fundos de primeira linha investindo na companhia é o tipo de validação que ajuda o líder do mercado a se diferenciar ainda mais”, afirma Luiz Noronha, sócio da DNA Capital.

Com a rodada, a Memed projeta, para os próximos 24 meses, o lançamento de novos recursos de IA aplicada à prescrição, a expansão da integração com prontuários eletrônicos e sistemas hospitalares e o aprofundamento da camada de dados clínicos estruturados — sempre nos mesmos termos de privacidade e independência que sustentam a plataforma.

Sobre a Memed

A Memed é a plataforma líder em prescrição digital no Brasil. Utilizada mensalmente por cerca de 150 mil médicos — aproximadamente 30% dos prescritores do país —, processa quase 100 milhões de prescrições por ano e conecta profissionais de saúde, pacientes, farmácias e indústria farmacêutica em escala nacional. Opera o maior conjunto estruturado de dados sobre prática clínica real no Brasil, com referência em inteligência aplicada à decisão médica e em ética, privacidade e segurança da informação.

 

Site: memed.com.br

Fonte: Marina Dias - Sing Comunicação de Resultados

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