Brasil reposiciona setor de rochas naturais nos EUA em meio a novo cenário global
coluna Luís Celso Borges - Edição do domingo
Las Vegas, março de 2026 – A participação brasileira na Coverings 2026, que será realizada de 30 de março a 02 de abril, em Las Vegas, acontecerá em um contexto mais amplo do que o habitual para feiras internacionais. Negócios, política comercial e segurança de cadeias de suprimento passam a se cruzar de forma mais evidente no setor.
O país será representado por 39 empresas no Pavilhão Brasileiro, ocupando uma área com cerca de 820 m². A iniciativa integra o programa It’s Natural – Brazilian Natural Stone, promovido pela Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O espaço reunirá materiais que expressam a diversidade geológica brasileira e a capacidade industrial do setor, consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores globais de rochas naturais.
Os Estados Unidos seguem como o principal destino das exportações brasileiras do segmento, ao mesmo tempo em que o próprio mercado norte-americano apresenta elevada dependência de importações para abastecer sua cadeia da construção civil. Trata-se de uma relação estruturante: a rocha natural brasileira atua como insumo intermediário essencial, posteriormente beneficiado e distribuído por empresas locais, em sua maioria de pequeno e médio porte.
Esse cenário ganha novos contornos diante das discussões recentes sobre resiliência de cadeias de suprimento e revisão de políticas comerciais. A inclusão de materiais estratégicos, ainda que não metálicos, na agenda de minerais críticos e os desdobramentos de medidas tarifárias reforçam a necessidade de previsibilidade nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos. “Nesse contexto, a presença brasileira na Coverings passa a ter uma dimensão que ultrapassa a promoção comercial. O país se posiciona como parceiro confiável no fornecimento de um insumo essencial, contribuindo para a estabilidade de uma cadeia produtiva relevante para a economia norte-americana”, afirma o presidente da Centrorochas, Tales Machado.
Delegação brasileira reforça base produtiva e atuação nacional
A abertura oficial ocorrerá no dia 30 de março, às 13h, marcando o início da agenda brasileira no evento. Ao longo da programação, estão previstas ações de relacionamento e visibilidade, com foco na conexão entre empresas, compradores e profissionais do setor.
A delegação será composta por 39 empresas, sendo 36 do Espírito Santo, consolidando o estado como principal polo nacional, além da participação de duas empresas do Ceará e uma do Rio de Janeiro.
Integram o Pavilhão Brasileiro: Amagran, Andrade Stones, Argos Stones, Bramagran, Elite Stones, Fortuna Natural Stones, Gramil, Granex do Brasil, Granipex Group, Graniti Export, Granitos Collodetti, Granos, Imarf, Magban, Magnitos, Margramar, Marianelli Export, MG2, MGA, Milanezi Granitos, Mineração Lougon, Mineral Stones, Naturale, Nova Aurora, Pedra do Frade, Pedras São João, Pemagran, Qualitá Group, Quartzblue, Santo Antonio Stones, Stone Palace, Terlos, Testi do Brasil, Thor Natural Stones, Toledo, UNQ Stone, Vitoria Stone Group, Willcomex e Yellow Stone. (Fotos e fonte: Ascom/Centrorochas).

Passagens de Chefias do Centro de Coordenação de Operações (CCOp) e do Estado-Maior do Comando Militar do Norte (CMN)

O Comando Militar do Norte realizou, no dia 26 de março, solenidades militares para marcar as passagens de Chefias do Centro de Coordenação de Operações (CCOp) e do Estado-Maior do Comando Militar do Norte (CMN) em evento realizado no Quartel General Integrado.
A cerimônia teve início com a solenidade de Inauguração dos Retratos do General de Divisão Júlio César Belaguarda Nagy de Oliveira e do General de Brigada Márcio Cossich Trindade nas galerias dos Ex-Chefes, respectivamente do CCOp e do Estado-Maior.
O General de Brigada Alexander de Sá Vilela assume o Centro de Coordenação de Operações, enquanto o General de Brigada Renato Farias Bazi ocupa o cargo de Chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Norte, iniciando novas missões em cargos de fundamental importância na Preparação e Emprego da tropa e liderança na Amazônia Oriental. (Fotos e fonte: ACS/CMN).

Ex-Governador pensa em voltar a politica

Nome de Carlos Santos surge como possível candidatura nas eleições de 2026 Informações que circulam nos bastidores da política local apontam que o nome de Carlos Santos vem sendo cogitado como uma possível candidatura nas eleições de 2026.
Segundo interlocutores do meio político, a movimentação ainda ocorre de forma informal e não há, até o momento, confirmação oficial por parte do próprio Carlos Santos sobre eventual participação no pleito.
A possível entrada no cenário eleitoral tem gerado comentários entre lideranças e analistas, especialmente diante da visibilidade e atuação do nome citado em diferentes áreas.
O cenário político segue em construção, e novas definições devem ocorrer à medida que o período eleitoral se aproxima. (Fonte e foto: A Província do Pará).
Sindmar e DGN discutem ações para desenvolvimento do Poder Marítimo

Representantes do Sindmar participaram em reunião de alto nível na Diretoria-Geral de Navegação da Marinha do Brasil, que reuniu sindicalistas, DGN, DPC e assessoria do Comandante da Marinha.
O DGN, Almirante de Esquadra (AE) Sílvio Luís, recebeu os representantes do Sindicato em conversa para alinhar ideias e iniciativas voltadas para o desenvolvimento da Marinha Mercante.
Na pauta de discussões entraram temas como a demanda atual por mão de obra qualificada, as perspectivas para a formação de oficiais nos próximos anos e a conjuntura do setor marítimo em tempos de conflito internacional.
Foram abordadas, ainda, questões relacionadas à formação do oficial eletrotécnico (ETO) e à caracterização na Normam dos tripulantes não aquaviários em embarcações marítimas.
Na oportunidade, o Sindmar também sugeriu a realização de ações coordenadas entre a Autoridade Marítima e a autoridade competente pela Fiscalização do Trabalho no setor aquaviário. “Avaliamos que a Marinha Mercante brasileira tem condições de crescer nos próximos anos e ficamos contentes com a proposta da DGN de seguir com reuniões temáticas com o Sindmar, buscando dar encaminhamento aos temas que podem ajudar a fortalecer o poder marítimo brasileiro”, disse o presidente do Sindmar e da Conttmaf, Carlos Augusto Müller.
Pelo Sindmar, participaram do encontro, além de Müller, José Válido (segundo-presidente), José Nilson Serra (diretor de Educação e Formação Profissional) e Gustavo Menezes (coordenador da campanha contra bandeiras de conveniência na costa brasileira).

Representando a Marinha do Brasil, além do DGN, estiveram presentes o AE (RM1) Borges, o VA André Macedo, o CA (RM1) Cassiano e Oficiais Assessores. (Fotos e Fonte: ACS/Sindmar).
ACONTECIMENTOS EM PAUTA
Casas Bahia (BHIA3) - Uma operação do Ministério Público de São Paulo apura um esquema estruturado de corrupção destinado à manipulação indevida de procedimentos fiscais envolvendo ressarcimento de ICMS-ST e créditos acumulados de ICMS, com possível pagamento de vantagens ilícitas e lavagem de dinheiro. Suspeitas em créditos de empresas como a Casas Bahia estão sob investigação, reportou a imprensa. Em um fato relevante enviado ao mercado na quinta-feira, 26, a Casas Bahia afirmou que, até o momento, a companhia não foi notificada ou informada por quaisquer autoridades a respeito de qualquer investigação relacionada aos fatos mencionados nas referidas matérias.
B3 (B3SA3) - O conselho de administração da B3 aprovou na quinta-feira, (26), o pagamento de juros sobre capital próprio no valor total de R$ 372,5 milhões. O valor bruto é de R$ 0,07434043 por ação. O valor líquido é de R$ 0,06133086 por ação, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 17,5%. Tem direito quem detiver ações da B3 em 31 de março de 2026. As ações da companhia serão negociadas na condição “ex” juros sobre capital próprio a partir do dia 1º de abril de 2026. O pagamento será realizado em 13 de abril de 2026.
Azul (AZUL53 - OTC AZLUY Anunciou na quinta-feira (26), um novo programa de recompra de ações. A companhia poderá adquirir até 2,5% das ações ordinárias de sua emissão em circulação na presente data, equivalente a 1.368.270.610.967 ações ordinárias, antes do grupamento de ações aprovado na assembleia geral realizada em 25 de março, e à aproximadamente 9.121.804 ações ordinárias após a implementação do referido grupamento. O prazo máximo para a liquidação das operações autorizadas é de 18 meses contados a partir do dia 26 de março de 2026. “O programa de recompra visa conferir maior flexibilidade estratégica à gestão de seu capital social, permitindo a aquisição de ações ordinárias de sua própria emissão, em ambiente de bolsa de valores, a preços de mercado, sem redução do capital social”, afirmou a Azul. (Fonte: Empresas, ADVFN, infomoney, Finance News, Reuters).
Um maravilhoso e abençoado domingo a todos. A coluna volta na quarta-feira. DEUS É BOM.
Fonte: Coluna Luís Celso Borges
Via: Agência Logística de Notícias
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