CERIMÔNIA DE PASSAGEM DO CARGO DE COMANDANTE DA BNVC

Coluna Luís Celso Borges - Edição da quarta-feira

CERIMÔNIA DE PASSAGEM DO CARGO DE COMANDANTE DA BNVC

Na manhã da segunda-feira (05), ocorreu a “Cerimônia de Passagem do Cargo de Comando da Base Naval de Val de Cães em Belém/PA", nas dependências da Basse Naval. A cerimônia foi presidida pelo Vice-Almirante Adriano Marcelino Batista Comandante do 4º Distrito Naval e com as presenças do Contra-Almirante José Fábio Carneiro da Silva Chefe do estado Maior do 4º Distrito Naval, Representantes das Forças Armadas, Titulares das Organizações Militares Subordinadas ao comando do 4º Distrito Naval, membros da Comunidade Marítima, Fluvial e Portuária.

Foi feito a leitura dos Atos de Nomeação e Exoneração. Portaria 280 do Ministério da Defesa, de 13 de outubro de 2025. O Comandante da Marinha, no uso das suas atribuições, resolve:

“ART: O COMANDANTE DA MARINHA, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES, RESOLVE:

ART. 1º NOMEAR, POR NECESSIDADE DO SERVIÇO, O CAPITÃO DE MAR E GUERRA DANIEL

JUNIOR SILVA DA COSTA PARA EXERCER O CARGO DE COMANDANTE DA BASE NAVAL DE VAL

DE CÃES.

ART. 2º EXONERAR O CAPITÃO DE MAR E GUERRA SIDNEY GOUVEIA DA SILVA.

MARCOS SAMPAIO OLSEN ALMIRANTE DE ESQUADRA COMANDANTE DA MARINHA”.

Leitura da Ordem de Serviço do Comandante do 4° Distrito Naval.

1. PASSAGEM DE CARGO

Exonerado pela Portaria n° 280/MB/MD, de 13OUT2025, passa, em 05JAN2026, o Cargo

de Comandante da Base Naval de Val de Cães, o Capitão de Mar e Guerra 06.6243.91 SIDNEY GOUVEIA DA SILVA.

2. ASSUNÇÃO DE CARGO

Nomeado pela Portaria n° 280/MB/MD, de 13OUT2025, assume, em 05JAN2026, o Cargo

de Comandante da Base Naval de Val de Cães, o Capitão de Mar e Guerra 99.0264.65 DANIEL JUNIOR SILVA DA COSTA.

Foi encerrada a cerimônia, o Comandante da Base Naval de Val de Cães, convidou a todos para os comprimentos e congraçamento a ser realizado na praça darmas. A coluna esteve presente e realizou algumas imagens, e na coluna da sexta-feira mais imagens da bela cerimônia.

ACONTECIMENTOS EM PAUTA

PARAENSE – O comandante da Base Naval Val de Câes, ele é paraense e já serviu com tenente no Grupamento Naval do Norte, a familia da esposa é sobrinha do Dra. Sônia Guedes que foi presidente da Sociedade dos Amigos da Marinha (SOAMAR-PA).

PORTOS MODERNOS - Em um país de dimensões continentais e desafios estruturais complexos como o Brasil, a construção de uma cadeia logística eficiente é um objetivo estratégico para a competitividade industrial. Nesse cenário, o know-how logístico alemão tem sido uma referência crescente para empresas brasileiras que buscam integrar suas operações ao comércio internacional com mais confiabilidade, visibilidade e controle. Segundo Milane Brixi, consultora internacional da Forvm Comércio Exterior, empresa de Joinville (SC) especializada em soluções estratégicas de logística e comércio exterior, os desafios enfrentados pelas empresas no Brasil vão muito além dos custos. “São estruturais, operacionais e estratégicos. A forte dependência do transporte rodoviário, a baixa previsibilidade e os gargalos portuários são apenas parte do problema. Soma-se a isso a burocracia, sistemas pouco integrados e uma digitalização desigual”, afirma. (SMART COM).

INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - O avanço da crise habitacional nos Estados Unidos, somado ao aumento da população estudantil e à pressão por moradias acessíveis em pólos universitários, tem impulsionado um modelo imobiliário que até poucos anos atrás ocupava um nicho marginal: os empreendimentos de tiny homes. Em 2026, esse formato começa a atrair de forma mais consistente investidores estrangeiros, incluindo brasileiros interessados em renda imobiliária dolarizada e em estruturas que possam servir de base para processos migratórios legais. Um exemplo desse movimento está em College Station, no Texas, cidade que abriga a Texas A&M University, uma das maiores universidades públicas dos Estados Unidos, com mais de 73 mil alunos matriculados, segundo dados oficiais da instituição. A forte demanda por moradia estudantil tem pressionado o mercado local, elevando aluguéis e abrindo espaço para soluções alternativas fora do padrão tradicional de apartamentos e dormitórios universitários. (CAROLINA LARA).

AGRICHEM - Com o início de um novo ciclo agrícola marcado por maior cautela nas decisões de investimento, janeiro dá a largada nos encontros técnicos que ajudam o produtor a planejar a safra com mais resultados. Nesse contexto, a Agrichem abre seu calendário de 2026 participando de dois eventos estratégicos no Sul e no Sudeste do país. De 6 a 8 de janeiro, a empresa participa do Dia de Campo I. Riedi, em Toledo (PR), e, na sequência, de 27 a 30 de janeiro, estará presente na Coopershow, em Cândido Mota (SP), dois encontros de destaque para a troca de conhecimento técnico e apresentação de soluções voltadas ao aumento da eficiência nas atividades. (WEBER SHANDWICK).

SETOR PRIVADO - A partir de 2026, o setor privado brasileiro passa a operar sob um novo nível de pressão em relação à agenda ambiental: compromissos climáticos deixam de ser declarações de intenção e passam a ser cobrados como metas mensuráveis, comparáveis e auditáveis. O recado foi reforçado ao longo da COP30, em Belém, quando governos, organismos multilaterais e instituições financeiras convergiram na defesa de dados confiáveis, metodologias padronizadas e auditoria independente como base da transição climática. O encontro não criou novas regras, mas consolidou uma diretriz já em curso: metas ambientais que não resistem à verificação tendem a perder valor econômico, reputacional e regulatório. Compromissos climáticos de qualquer país só poderão ser cumpridos se empresas de todos os setores apresentarem métricas robustas de emissões, uso de recursos e impacto ambiental. A conferência radicou uma realidade – a transparência deixou de ser voluntária e passou a ser exigência para competir, financiar e participar das cadeias globais. (INTELLIGENZIA).

TRANSPORTES - A MXP Transportes, empresa especializada em logística e transporte rodoviário, atingiu a meta programada em 30% em receita líquida nas operações em 2025. “O mercado como um todo vem enfrentando um momento de dificuldade diante da situação de instabilidade econômica do país. Mesmo diante deste cenário, nós conseguimos manter a nossa meta programada de 30% de aumento e isso se deu também pelo nosso investimento em tecnologia nos processos logísticos. Isso só foi possível por causa do nosso trabalho incansável em oferecer sempre o melhor para os clientes”, destaca Célio Malavasi, Diretor Executivo da MXP Transportes. De acordo com o executivo, o crescimento da MXP também foi por conta do setor farmacêutico e de medicamentos. “O resultado também se deu por setores importantes da empresa. Esse resultado equilibrado diante da situação econômica com certeza é fruto do trabalho em equipe, da confiança dos nossos clientes e da eficiência nos processos logísticos”, afirma. (FISCHER COMUNICAÇÃO).

TOUR NACIONAL - Enquanto o mundo discute metas para 2030 ou 2050, o projeto JAQ Apoio Marítimo (idealizado pelo Grupo Náutica), já conta com seu primeiro barco sustentável e navega no futuro. O JAQ H1, embarcação de 36 metros, inicia em 2026 seu Water Tour e vai percorrer diversas cidades portuárias brasileiras. A missão é atuar como um laboratório avançado para pesquisas e sala de aula itinerante, e comprovar que a tecnologia de transição energética no setor marítimo global já é uma realidade acessível. Com o equivalente a 400 m² de área útil e um projeto que teve financiamento 100% pela iniciativa privada, a embarcação foi destaque na COP30 e já opera toda a sua hotelaria (iluminação, climatização e sistemas internos) com H2V. Em janeiro, será instalado no JAQ H1 um motor dual fuel da MAN. O equipamento permite uma mistura de 20% de hidrogênio e corta em até 80% as emissões de CO2 da embarcação. (ROTAS COMUNICAÇÃO).

Uma maravilhosa e abençoada quarta-feira a todos, a coluna volta na sexta-feira. DEUS É BOM

 

Por: Luis Celso Borges - Agência Logística de Notícias

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