Michelin destaca produtividade e sustentabilidade na Agrishow 2026

Marca apresenta novidades para a linha de caminhões e agrícola, com investimento em inovação e eficiência

Michelin destaca produtividade e sustentabilidade na Agrishow 2026

A Michelin leva à Agrishow 2026 um portfólio integrado de soluções inovadoras e sustentáveis, oferecendo eficiência operacional e menor impacto para o meio ambiente, para o setor agrícola e de transporte. Em um cenário que apresenta desafios como: lucros afetados pela volatilidade das taxas de juros, custos dos insumos e preço das commodities, a marca apresenta tecnologias que reduzem o consumo de combustível, diminuem a compactação do solo e elevam a produtividade e, consequentemente, a rentabilidade. “A Michelin tem produtos para as mais distintas situações de uso, temos um portfólio amplo. A Agrishow é o palco ideal para demonstrarmos essa versatilidade. Temos pneus para equipamentos agrícolas, para os caminhões que transportam esses insumos, assim como para caminhonetes e motos, que fazem parte do dia a dia dos agricultores, e até pneus para aviões, que também estão presentes no campo”, explica Daniel Braz, Diretor de Marketing da Michelin.

A presença na Agrishow reforça o posicionamento da Michelin como empresa que apresenta uma oferta completa e como parceira estratégica dos produtores rurais, em todos os momentos da sua jornada. “Para além dos produtos oferecidos, temos um atendimento especializado e personalizado para os nossos clientes, com o objetivo de impulsionar modelos produtivos mais eficientes e ambientalmente responsáveis”, explica, Walter Ugozzoli, Diretor Comercial para veículos fora de estrada da Michelin,

Soluções robustas para operações pesadas: desempenho superior para caminhões

 

A Michelin lança na Agrishow os novos MICHELIN X WORKS Z2 e MICHELIN X WORKS D2, desenvolvidos para aplicações de uso misto e condições severas, como operações relacionadas ao transporte de cana-de-açúcar, madeira, construção e ambientes abrasivos. Os modelos priorizam a disponibilidade da frota, a redução do custo operacional e a durabilidade da sua estrutura.

Com o MICHELIN X WORKS D2, verificamos que é possível chegar em até 25% mais quilometragem (em comparação ao modelo anterior), em terrenos muito agressivos. Já no modelo MICHELIN X WORKS Z2 é possível chegar a 10% mais de quilometragem. O acréscimo de até 800 kg de carga por eixo geminado, em ambas as ofertas, também é uma evolução.

O design em V dos sulcos, no modelo MICHELIN X WORKS D2, e a tecnologia Redan, no modelo MICHELIN X WORKS Z2, proporcionam menor retenção de pedras e perfurações, preservando a carcaça. Os produtos contam com estrutura reforçada de lona de topo, escudos de flanco inspirados em pneus militares, tecnologia X CORE, que aumenta em até cinco vezes a resistência à propagação de fissuras, bem como a Duracoil, que protege o talão. “Esses fatores, de forma conjunta, reduzem o custo total de operação, oferecendo maior durabilidade, menos paradas não programadas e mais eficiência energética. Essas características reforçam o compromisso da Michelin em oferecer soluções confiáveis, seguras e de alto desempenho, mesmo nas condições mais exigentes” ressalta Ruy Ferreira, Diretor Comercial para pneus de carga, urbanos e longa distância da Michelin.

MICHELIN X WORKS D2 – até 25% mais quilometragem em terrenos agressivos (comparação com o modelo anterior)

MICHELIN X WORKS Z2  – até 10% mais quilometragem (comparação com o modelo anterior)

800 kg-  Capacidade de carga por eixo geminado

Disponibilidade, robustez, economia e sustentabilidade

Para o campo: tecnologia que impulsiona produtividade e otimiza de custos, produzida no Brasil

 

Entre os produtos destacados na Agrishow, está o MICHELIN AXIOBIB 2, pneu agrícola premium que agora passa a ser fabricado no Brasil, trazendo mais disponibilidade e agilidade ao mercado nacional. Desenvolvido especialmente para tratores de alta potência, o modelo incorpora a tecnologia MICHELIN ULTRAFLEX em sua versão VF, que possibilita operar com pressões significativamente menores, mantendo a capacidade de carga e ampliando a eficiência no campo.  É possível operar com até 40% menos pressão, gerando maior área de contato, menos formação de sulcos e compactando menos o solo para permitir melhor desenvolvimento radicular ou a uma carga nominal 40% maior do que os pneus convencionais operando na mesma pressão.

Resultados de estudos acadêmicos independentes demostram um aumento de 2% a 4% em produtividade, graças à redução de compactação do solo. Além disso, estudos internos, mostram que o pneu contribui para a otimização dos custos operacionais, promovendo uma redução média de até 8,39% no consumo de combustível.

A partir deste conjunto de atributos, o AXIOBIB 2 se consolida como uma solução que combina sustentabilidade, eficiência energética e maximização de rendimento por hectare, reforçando a competitividade do produtor.

Sobre a Michelin

A Michelin está construindo uma liderança mundial na fabricação de compósitos e experiências que transformam vidas. Pioneira na ciência de materiais há mais de 130 anos, a Michelin utiliza a sua expertise única para contribuir significativamente para o progresso humano e para um mundo mais sustentável. Com base no seu profundo conhecimento em compósitos de polímeros, a Michelin está constantemente inovando para fabricar pneus e componentes de alta qualidade para aplicações em variadas áreas como mobilidade, construção, aeronáutica, energias de baixo carbono e saúde. O cuidado dedicado aos seus produtos e o profundo conhecimento do cliente inspiram a Michelin a oferecer as melhores experiências. Isto abrange desde o fornecimento de soluções conectadas baseadas em dados e IA para frotas profissionais até a recomendação de excelentes restaurantes e hotéis selecionados pelo Guia MICHELIN.

Um estudo realizado pela Harper Adams University no Reino Unido em 2012, demonstra que a tecnologia MICHELIN ULTRAFLEX aumenta os rendimentos agronômicos em 4% em média. Esses resultados são confirmados por estudos semelhantes realizados nos Estados Unidos (Illinois) e no Brasil (Mato Grosso). O percentual pode variar de acordo com o trabalho desempenhado pelo trator.

 

Fonte: Gabriela Lima

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