Cerimônia de Transmissão de Cargo de Comando no CIAMPA

Coluna Luís Celso Borges - Edição de domingo

Cerimônia de Transmissão de Cargo de Comando no CIAMPA

No dia 09 de janeiro, o Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela Alves (CIAMPA) promoveu a Cerimônia de Transmissão de Cargo de Comando, presidida pelo Comandante do Pessoal de Fuzileiros Navais, Vice-Almirante (FN) Marcelo Guimarães Dias. Ocasião em que o Capitão de Mar e Guerra (FN) Vanderli Nogueira Cordeiro Junior transmitiu o cargo ao Capitão de Mar e Guerra (FN) Carlos Rocha de Lima.

A solenidade contou com a presença de diversas autoridades civis e militares, dentre eles, destaca-se a presença do Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, Almirante de Esquadra (FN) Carlos Chagas Vianna Braga, do Ex-Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, Almirante de Esquadra (FN) Jorge Armando Nery Soares, da Deputada Federal Enfermeira Rejane de Almeida, do Ex-Comandante do CIAMPA, Contra-Almirante (FN) Alexandre Vasconcelos Tonini, além de convidados e familiares, marcando um momento de grande relevância para a continuidade das atividades conduzidas pela Organização Militar.

O tom de gratidão marcou os discursos tanto do Ex-Comandante quanto do novo Comandante do CIAMPA, que, em leitura de sua Ordem de Serviço, reafirmou o compromisso de continuidade ao trabalho já desenvolvido pelo Comando deste Centro de Instrução, promoção do fortalecimento da Instituição e dos valores inerentes ao Corpo de Fuzileiros Navais, sempre pautado pelo comprometimento com a excelência profissional e a prontidão operativa.

A Cerimônia de Transmissão de Comando simboliza a continuidade administrativa e operacional desta Organização Militar, reforçando os valores de honra, competência, determinação e profissionalismo que norteiam o Corpo de Fuzileiros Navais.

Encerrou as suas palavras palavras: “Sentindo-me profundamente honrado por proferir, pela primeira vez, o brado que reverencia a vocação primordial da nossa Unidade: Aqui Nascem os Combatentes Anfíbios de hoje, de ontem e de sempre. Adsumus.  Eu encerei minhas palavras bradando”. CMG (FN) Carlos Rocha de Lima, Comandante do CIAMPA.

O Comandante Rocha, com a esposa Ingrid Martins e seu filho Dom Rocha.

Solenidade a borda da NaPaOc Amazonas

Na quinta-feira (16) o Vice-Almirante (RM1) e diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) Wilson de Lima Filho, teve a grata satisfação de participar da cerimônia de posse do CMG Gilberto FILIPPI de Vasconcelos no Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Sudeste. A solenidade foi presidida pelo estimado Comandante 1°Distrito Naval VAlte Iunis Távora Said. Cerimonia impecável realizada a bordo do NaPaOc Amazonas. “Ao Comte Filippi, meu eterno e competente Assistente desejo realizações e êxitos em mais um comando no mar! Máquinas adiante toda força!" Palavras do VAlm. Lima Filho.

Preço médio do frete por km rodado aumenta e data dezembro a R$ 7,44, aponta Edenred Repom

De acordo com dados da última análise do Índice de Frete Rodoviário da Edenred (IFR), com base em dados exclusivos da plataforma Repom , o preço médio do frete por milhão rodado fechado em dezembro de 2025 a R$ 7,44 no País, o que representa uma alta de 1,78% ante novembro e de 6,74% no comparativo com a média registrada em janeiro de 2025. (R$ 6,97). "O resultado de dezembro reflete um cenário de custos ainda reduzidos no transporte rodoviário. Apesar da estabilidade do preço do gasóleo no período, segundo o IPTL, o valor do frete avançou impulsionado por uma procura mais forte que o habitual para o mês de dezembro, e pela manutenção da taxa de juros em patamares elevados, que segue impactando os custos logísticos”, destaca Vinícios Fernandes, diretor da Edenred Repom.

Média anual

Além da alta de dezembro ante novembro, o índice também aponta que houve aumento de 14,46% quando comparado a média dos valores praticados em 2025 (R$ 7,28) com a média de 2024 (R$ 6,36). "O avanço da média anual em 2025 indica um setor mais aquecido e com custos estruturais ainda desafiadores. Para o início de 2026, a expectativa é de novas pressões sobre o frete, especialmente em função do aumento do ICMS sobre os combustíveis e das projeções de mais uma safra positiva de grãos, o que tende a ampliar a demanda por viagens de frete no País", conclui Fernandes.

O IFR é um índice do preço médio do frete e sua composição é elevado com base nos dados exclusivos das 8 milhões de transações anuais de frete e vale-pedágio administrados pela Edenred Repom. Marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, há 30 anos é especializada na gestão e pagamento de despesas para o mercado de transporte rodoviário de carga e líder no segmento de pagamento de frete e vale-pedágio. (Fonte:RPMA Comunicação).

ACONTECIMENTOS EM PAUTA

FERTILIZANTES - O mercado de fertilizantes no Brasil mostra sinais de recuperação e resiliência mesmo em um ambiente de elevados custos de produção e volatilidade. Segundo dados recentes da Associação Nacional para a Difusão de Adubos (ANDA), as entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro totalizaram 40,95 milhões de toneladas de janeiro a outubro de 2025, alta de 8,4% em relação ao mesmo período de 2024, com mais de 5 milhões de toneladas entregues em outubro pelo quarto mês consecutivo.  Apesar da forte dependência de importações, com mais de 35,8 milhões de toneladas trazidas do exterior no acumulado até outubro, alta de 7,1% sobre 2024, o aumento nos volumes entregues evidência que o setor segue ativo e com demanda firme. (XCOM).

ABIA - A Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) avalia o Acordo Mercosul-União Europeia como um instrumento estratégico para o fortalecimento da segurança alimentar, da previsibilidade comercial e da capacidade de agregação de valor das cadeias produtivas. Seu valor econômico central reside menos na redução tarifária isolada e mais na previsibilidade institucional, na estabilidade das regras de acesso ao mercado e na mitigação de incertezas regulatórias — fatores decisivos para a atração de investimentos produtivos de médio e longo prazo.Ao integrar dois dos maiores blocos econômicos do mundo, o acordo consolida o acesso a mercados de elevado poder aquisitivo e alta densidade regulatória, com direitos sobre a sofisticação da pauta exportadora, a diferenciação de produtos e a inserção da indústria brasileira em segmentos de maior valor agregado. Esses efeitos ganham relevância em um contexto global marcado pela elevação de critérios sanitários, técnicos e ambientais, no qual a capacidade de coordenação de cadeias produtivas complexas se torna um diferencial competitivo essencial. (BOWLER).

MERCOSUL–EU - O avanço do entendimento entre o Mercosul e a União Europeia inaugura 2026 com uma sinalização positiva para a economia brasileira e para o agronegócio. Após mais de duas décadas de negociações, o processo entra em sua fase final e reforça a inserção do Brasil em uma das maiores zonas de livre comércio do mundo. Aproximadamente entre os dois blocos conecta mercados que somam cerca de 720 milhões de consumidores e uma parcela relevante do PIB global. Para o Brasil, isso representa acesso ampliado aos mercados, maior previsibilidade regulatória e um ambiente mais favorável a investimentos de longo prazo, especialmente em cadeias produtivas intensivas em tecnologia, inovação e escala. No agronegócio, os impactos vão além do curto prazo e influenciam a forma como o setor investe, produz e compete globalmente. A competitividade elevada do agro brasileiro foi, ao longo das negociações, um dos principais pontos de resistência por parte da Europa. O entendimento entre os blocos representa um avanço relevante, ao prever a segurança gradual de tarifas que historicamente limitaram as exportações brasileiras, ainda que alguns ajustes ocorram em prazos mais extensos. (CONCEITO COMUNIC).

SOBRETAXAS - Esta semana começou marcada por mais um importante capítulo da guerra tarifária protagonizada pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump . Na última segunda-feira (12), o líder americano garantiu que punirá com sobretaxas de 25% os países que firmam negócios com o Irã, na repressão ao Teerã, que realizam protestos antigovernamentais e já somam mais de 2 mil mortes em decorrência das manifestações, segundo a agência de notícias Reuters. O sócio-diretor da Carpo Logistics, José Carlos Priante, está disponível para esclarecer como a nova sanção pode afetar o comércio exterior e, especialmente, o Brasil, que em 2025 foi o 11º país que mais exportou para o Irã no setor de agronegócios. O levantamento é do Agrostat, banco de dados do Ministério da Agricultura. Ainda de acordo com o estudo, quando se trata de importações o Irã é apenas o 42° maior fornecedor de produtos ligados ao agro para o Brasil. Atualmente, o governo iraniano se destaca pela comercialização de uréia, utilizada como fertilizante essencial para o cultivo. (OPTMAR NETWORK).

TRIBUTOS - A adoção do princípio da tributação no destino, prevista na reforma tributária, tende a reduzir a chamada guerra fiscal no país, ao diminuir o espaço para incentivos fiscais usados ​​por estados e municípios para atrair empresas. Os especialistas apontam, porém, que o conflito federativo não desapareça: ele pode migrar para disputas interpretativas e probatórias, especialmente em torno do conceito de “destino” das operações, tema sensível em serviços, intangíveis e economia digital. Para André Felix Ricotta de Oliveira, professor doutor em Direito Tributário pela PUC/SP, a guerra fiscal se consolidou no Brasil porque o ICMS sofreu, historicamente, a lógica da tributação na origem. "A ideia do IVA segue o princípio da tributação no destino. Infelizmente, quando instituímos o ICM, que depois virou ICMS, não seguimos essa regra. Foi a tributação na origem, e com isso se possibilitou a guerra fiscal entre os estados", afirma Ricotta. (M2 COMUNICAÇÃO).

Um maravilhoso e abençoado domingo a todos, a coluna volta na quarta-feira. DEUS É BOM.

Por: Luis Celso Borges - Agência Logística de Notícias

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