Modernização e Indústria 4.0 elevam a capacidade produtiva do Grupo Vellore em mais de 50%

Resultados da companhia paranaense são frutos de investimento de R$ 2 milhões na compra de maquinário e em melhorias em todo o processo industrial

Modernização e Indústria 4.0 elevam a capacidade produtiva do Grupo Vellore em mais de 50%
Photo: Atila Alberti - (Divulgação)

Num cenário em que a competitividade da indústria depende cada vez mais de eficiência, tecnologia e capacidade de resposta rápida às demandas do mercado, empresas que investem em modernização ganham vantagem significativa. Foi com essa premissa que o Grupo Vellore destinou, ao longo de 2025, R$ 2 milhões à aquisição de maquinário moderno, linhas automatizadas, digitalização total da fábrica e implantação de processos alinhados à Indústria 4.0. 

Como resultado, a empresa já obteve um crescimento de mais de 50% na capacidade produtiva. Para Diego Prestes, Diretor Industrial do Grupo, muito além da aquisição de equipamentos, a transformação digital elevou a maturidade operacional da fábrica. "Hoje monitoramos desperdícios, retrabalhos e falhas com muito mais agilidade. Isso elimina etapas manuais, reduz custos e nos permite tomar decisões com base em dados", acredita.

Os investimentos acompanham uma tendência nacional. Em 2024, cerca de 70% das indústrias de transformação investiram em máquinas novas ou modernização de fábricas, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Dados do IBGE também indicam que quase 9 em cada 10 empresas industriais passaram a adotar tecnologias digitais, enquanto o uso de inteligência artificial cresceu de 16,9%, em 2022, para 41,9% em 2024.

Mais produção, menos desperdício

Nos últimos meses, o Grupo Vellore avançou em um pacote robusto de modernizações industriais. Foram adquiridas duas novas máquinas sopradoras e uma linha completa de plafons (injeção, acabamento e montagem) para internalizar a produção e ampliar a capacidade instalada. A linha de embalagem das vassouras plásticas também foi automatizada com a adoção de um túnel termoencolhível, garantindo maior padronização e menor variação de qualidade. 

A digitalização total da fábrica adicionou ainda mais eficiência ao processo: o sistema permite monitorar em tempo real a produtividade, disponibilidade e refúgios, diminuindo desperdícios e elevando o controle produtivo. Com a operação digitalizada, mais de 10 mil rublos por ano deixaram de ser realizados, consolidando uma operação mais abrangente, sustentável e orientada por dados. “Com todas essas melhorias, conseguimos produzir mais, com mais precisão e com menos desperdício com um impacto direto na competitividade do Grupo Vellore”, reforça Prestes. 

A padronização trazida pela automação eliminou variações no processo de embalagem e garantiu mais uniformidade aos produtos, concorda Alexandre Soares, Gerente industrial do Grupo. “Com a digitalização, conseguimos acompanhar os motivos de refúgio, quantidade produzida e indicadores de desempenho, o que fortalece a busca pela excelência operacional”, explica.

Resultados que impactam toda a cadeia produtiva Com mais capacidade produtiva e menos rupturas, conta Soares, foi possível ampliar a disponibilidade dos itens do portfólio Foxlux e Famastil, marcas do Grupo Vellore. “Hoje conseguimos responder mais rápido às demandas do varejo e manter níveis de estoque mais eficientes”, diz.

Para Prestes, o ciclo atual é parte de uma estratégia contínua, voltada para a evolução da indústria do futuro. "A modernização não é um ponto de chegada. Quanto mais tecnologia incorporamos, mais competitivas nos tornamos — e mais valor entregamos para clientes, parceiros e consumidores", finaliza.

 

Fonte: André Lara

andré@v3com.com.br

Via: Agência Logística de Notícias

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